
Além dos danos à saúde, problemas relacionados à autoestima também são sintomas muito comuns da obesidade
Em março de 2022, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo são obesas. Esse número é dividido entre 650 milhões de adultos, 340 milhões de adolescentes e 39 milhões de crianças.
A tendência é que esse fenômeno se torne ainda mais preocupante com o passar do tempo. A OMS estima que, até 2025, cerca de 167 milhões de pessoas, entre adultos e crianças, se tornarão menos saudáveis por estarem obesas ou acima do peso.
Hoje em dia, a obesidade é considerada uma doença crônica pelas autoridades de saúde. Pessoas com essa condição podem ter diversos sistemas e órgãos afetados, como o coração, fígado, rins, articulações e sistema reprodutivo.
Tudo isso desencadeia uma série de doenças, como diabetes tipo 2, problemas cardiovasculares, hipertensão, acidente vascular cerebral (AVC) e vários tipos de câncer. Os obesos também são mais propensos à infecção pela covid-19 e, não raro, a distúrbios mentais.
Por causa de tudo isso, muitas pessoas procuram meios para reverter esses efeitos tão nocivos. Os tratamentos de emagrecimento são variados, mas o Balão Spatz, vem ganhando um destaque especial nos últimos tempos devido à sua eficiência.
Além de melhorar a fisiologia como um todo, proporcionando mais saúde e longevidade, esse método de emagrecimento também permite que a pessoa se sinta melhor consigo mesma, alavancando a autoconfiança e a autoestima.
A relação da obesidade com a autoestima
Antes de qualquer coisa, é importante destacar como existe uma conexão entre a obesidade e a baixa autoestima, que funciona como uma espécie de via de mão dupla.
Enquanto o excesso de peso provoca problemas de auto aceitação pelos fatores emocionais e psicológicos vividos pelo indivíduo, a autoestima enfraquecida estimula hábitos detratores à saúde, como a compulsão alimentar e o sedentarismo, numa tentativa de compensação pelos sentimentos negativos.
Isso, portanto, é um círculo vicioso que, independentemente de seu início, sempre termina em uma consequência: o aumento de peso.
Com o psicológico já abalado, a pessoa obesa vê os resultados desses comportamentos problemáticos no próprio corpo, o que causa um grande baque à autoestima.
Timidez, medo da rejeição e sensação de incapacidade são alguns sinais bastante comuns de alguém que sofre com questões sobre a própria imagem.
Com isso, a vida social também é afetada. A falta de confiança toca diretamente na construção ou manutenção das relações interpessoais, sejam elas de origem romântica, fraterna, familiar ou profissional.
A solidão é um sintoma pouco abordado da obesidade, embora muitos obesos sofram com isso em algum nível. A partir disso, o desenvolvimento de distúrbios como depressão e ansiedade acaba se tornando algo quase comum.
No entanto, uma autoestima abalada não é resultado apenas de questões internas de cada pessoa, mas também de uma sociedade que constantemente rebaixa pessoas acima do peso.
Desvantagem no trabalho, ridicularização e preconceito em forma de brincadeiras são elementos muito presentes na vida de quem é obeso. Essa discriminação hoje tem nome: gordofobia.
A pesquisadora, jornalista e ativista Agnes Arruda descreve a gordofobia como “preconceito contra pessoas gordas geralmente associada à questão estética”, mas que é algo além, já que afeta em vários ambientes sociais. Tudo isso limitando a vida da pessoa.
Diante de uma problemática tão profundamente enraizada no pensamento coletivo, é muito difícil para alguém que sofre com o sobrepeso ou a obesidade não sentir a repercussão em seu dia a dia, que cria situações desconfortáveis.
A autoestima após o Balão Spatz

Quando uma pessoa que tem um tipo de obesidade consegue emagrecer, sua saúde melhora, o que já faz com que o psicológico também fique melhor. Afinal, um corpo doente não consegue manter uma mente saudável.
Mas o método de emagrecimento apropriado pode intensificar essa condição ainda mais, como é o caso do Balão Spatz.
Isso acontece pela facilidade de inserção e recuperação do dispositivo. Por não precisar de qualquer procedimento cirúrgico, o paciente não fica parado por muito tempo e nem precisa tomar todos os cuidados de um pós-operatório, como acontece com a bariátrica.
O balão gástrico também exige reeducação alimentar, prática regular de exercícios físicos, acompanhamento médico frequente e assistência psicológica. Todos esses elementos, quando combinados, criam uma situação de perda de peso muito mais responsável e eficaz.
Saúde renovada e autoestima restaurada
Os pacientes que fizeram o uso do Balão Spatz sempre falam como conseguiram recuperar a autoconfiança depois do tratamento, o que, consequentemente, os ajudou em diversas áreas da vida.
Nesse sentido, coisas simples podem causar grandes transformações, como entrar em uma roupa que antes não servia, subir um lance de escadas sem perder o fôlego, dormir uma noite inteira e não sentir os males da apnéia do sono…
Essas pequenas situações do cotidiano, na verdade, são grandes conquistas. Sentir a autoestima crescendo, então, é um fator inevitável e muito bem vindo.
A partir daí, o céu é o limite. Diversos aspectos da vida começam a melhorar, como a produtividade no trabalho, interação com amigos e família, melhor desempenho sexual e alívio para a saúde mental.
Para conferir a história de pacientes que perderam peso com o Balão Spatz, visite a página de depoimentos de sucesso.
Quer saber mais? Clique aqui e fale conosco agora mesmo!
