
Entenda como o plano de emagrecimento auxilia em um processo mais simples, seguro e eficiente
Quase nada na vida funciona sem planejamento, principalmente as grandes decisões que acarretam em mudanças muito significativas.
A maioria das pessoas dificilmente acordam pela manhã e simplesmente decidem comprar um carro ou uma casa. Um objetivo como esse requer muitas análises e planejamento para que tudo dê certo.
Quando o assunto é perder peso, a lógica é a mesma. Fazer isso no escuro pode render frustrações – porque os resultados esperados não foram alcançados – e perigos.
Assim, um plano de emagrecimento é completamente personalizável e deve se encaixar na sua realidade, levando em consideração todos os aspectos que podem ser determinantes, mas para facilitar a tarefa, listamos algumas ideias para esse passo tão fundamental na luta contra a balança.
Continue a leitura!
1) Determine metas
Defina quantos quilos você quer perder ao final do processo de emagrecimento e, se possível, em quanto tempo você quer fazê-lo.
Por exemplo: seu objetivo é comemorar o seu próximo aniversário, que acontecerá em julho, como uma nova pessoa. Agora é janeiro, e você quer perder 25 kg até o momento de soprar as velinhas. Por isso, tem sete meses para diminuir os números na balança.
É importante estabelecer uma meta que seja realista e segura. Não tente perder quilos demais em um espaço de tempo muito curto. Além das chances de resultados serem escassos, os riscos à saúde podem ser grandes.
Para facilitar as coisas, você pode estipular metas mensais ou semanais, como perder 3 kg por mês, por exemplo. Além de tornar o processo mais realista e seguro, ver resultados concretos, mesmo que fracionados, dá um ânimo a mais para continuar.
2) Liste os alimentos que mais come (e os que não come)
Faça uma lista com os alimentos que você mais tem dificuldade em dizer não.
Mas lembre-se que isso é um plano de emagrecimento, então não vá colocar itens do menu de um restaurante fast food ou aqueles salgadinhos ultraprocessados com sabores e corantes artificiais.
Pense em comidas mais “orgânicas”, possíveis de preparar na própria cozinha, como aquele bife suculento, a macarronada de domingo ou até o bolo de chocolate da sua mãe.
Na hora da consulta com nutricionista, você pode apresentar essa lista para que o médico crie uma dieta com versões mais saudáveis dos seus pratos preferidos. Isso vai te ajudar a sofrer menos na adaptação e a não perder o prazer de comer.
Aproveite também para catalogar os alimentos que você não come, seja por gosto pessoal ou por algum tipo de restrição alimentar. Então se você não é fã de berinjela ou tem alergia a castanhas, anote tudo e mostre ao seu médico.
3) Comprometa-se a beber bastante água

Muita gente não tem o costume de beber água, mas isso não é uma opção quando se tem o intuito de emagrecer.
Manter-se hidratado é fundamental porque a água, além de não ter calorias, ajuda a eliminar as toxinas do corpo, diminui a sensação de fome, auxilia na queima de calorias e melhora o funcionamento intestinal.
Se você tem dificuldade para beber água, tente sempre deixar uma garrafinha à vista – isso estimula o seu cérebro a mandar os sinais para que o corpo fique com sede. O ideal é tomar de 1,5 a 2 litros por dia.
Outra dica é colocar um pedaço de gengibre ou limão (ou o suco de ½ limão) numa garrafa de água gelada apenas para saborizar um pouco.
Também é possível manter a hidratação com chás e sucos – todos naturais e sem açúcar, é claro –, mas sempre dê preferência a boa e velha água.
4) Monte um plano de emagrecimento com o seu médico
Uma andorinha não faz verão, ainda mais sem indicações profissionais.
Você pode elaborar um plano de emagrecimento por conta própria, mas é o seu médico que determinará se o seu planejamento será eficaz e, acima de tudo, seguro.
Não adianta nada montar mil e uma estratégias para perder peso se não forem eficientes e/ou colocarem a sua saúde em risco.
Mas não pense que montar um plano sozinho não é importante – muito pelo contrário. Isso dará um norte ao profissional, que conseguirá entender as suas particularidades e objetivos, mas com os ajustes necessários para que tudo corra sem problemas.
É nesta etapa que você saberá exatamente o que pode ou não comer, quais hábitos deve parar ou começar e até mesmo se é necessário procurar ajuda médica em outras especialidades, como endocrinologia ou psicologia.
5) Monte um plano de exercícios
Você já deve saber que praticar atividades físicas é uma etapa fundamental para emagrecer, mas pouco adianta sair fazendo qualquer exercício que vier à cabeça.
Com base nas suas metas, também é possível montar um plano de exercícios, mas o ideal é também consultar um profissional qualificado. Educadores físicos particulares ou da academia que você frequenta são ideais para te ajudar com isso.
Eles farão um planejamento completo: quais exercícios são melhores, por quanto tempo devem ser feitos (e quantas vezes na semana), com qual intensidade, com quais aparelhos, etc.
Seguir as recomendações é importante para conseguir alcançar o peso desejado e evitar complicações, como distensões musculares, torções ou lesões ainda mais graves.
Agende uma consulta com um fornecedor SPATZ mais perto de você
[frm]
