Riscos anestesiológicos: como o balão intragástrico pode auxiliar

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Riscos anestesiológicos: como o balão intragástrico pode auxiliar

Saiba quais riscos pessoas obesas sofrem ao serem submetidas por anestesias cirúrgicas e como o balão intragástrico elimina todos eles 

O fator predominante para o uso do balão intragástrico é a obesidade. Com ela, alguns riscos internos e externos podem acontecer, dentre eles, riscos anestesiológicos. 

Esses riscos ocorrem quando o paciente com obeso passa por uma cirurgia na qual o uso de anestesia é necessário, e consequentemente, podem ocorrer alguns riscos. A parada cardíaca é um deles, por exemplo. 

Porém, isso não acontece (na maioria das vezes), por erro médico, mas sim, pela condição do paciente propriamente dito. 

Mas como essa condição é prejudicial à saúde, tratamentos como o balão intragástrico podem auxiliar essas pessoas a enfrentarem a obesidade sem o uso e os riscos de uma anestesia. 

Anestesias possuem riscos: conheça quais são

De um modo geral, anestesias são seguras, afinal, médicos especialistas não poriam a vida de seus pacientes em risco a todo momento. 

Mas assim como qualquer procedimento da medicina, seja ele cirúrgico ou não, os anestesistas não excluem totalmente a possibilidade de complicações. Então, há chances de riscos desde o momento da aplicação até a finalização da intervenção. 

Segundo os anestesistas Flávia Orgler e Marcelo Vellozo Barreira, os maiores riscos são os cardiovasculares e respiratórios. 

Nesses casos, muito irá depender do estado de saúde do paciente naquela situação, e por isso, os médicos conseguem prever e prevenir várias complicações na entrevista pré-operatória.

A partir dessa entrevista (anamnese), os profissionais saberão se as condições do indivíduo são ideais ou propensas aos riscos do procedimento, incluindo os anestesiológicos.  

Ainda segundo os doutores, a tosse é a queixa mais comum daqueles submetidos à anestesia geral, porém, é evidente que se trata dos “males o menor”. 

Isso porque os problemas do coração e do trato respiratório, outros riscos em questão, podem ser fatais, principalmente para os grupos de risco. 

Grupos de risco são os mais propensos às complicações 

A anestesia é algo tão crucial no sucesso da cirurgia e tão decisiva para a saúde do paciente, que há uma entrevista exclusiva somente para ela. Dependendo dos componentes dela, existe a possibilidade da ocorrência das mais diversas reações. 

Além disso, fatores considerados de risco são igualmente levados em consideração para o melhor planejamento anestésico possível. Porém, principalmente nesses casos, ainda não há como isentar 100% a possibilidade de complicações. 

Com essa entrevista, os riscos de morte, sequelas e problemas pós-operatórios diminuem muito, ainda mais se tratando dos grupos de risco, sintomas ou histórico que pode levar à alguma doença. 

Em cirurgias de qualquer natureza, os principais fatores de complicação são: 

  • obesidade; 
  • consumo crônico de álcool e cigarro;
  • hipertensão;
  • problemas no coração (arritmia, insuficiência);
  • doenças pulmonares;
  • diabetes;
  • insuficiência renal;
  • coagulopatias. 

Quais são os riscos anestesiológicos em pacientes obesos? 

De acordo com o cardiologista José Aldair Morsch, a obesidade está diretamente relacionada às doenças crônicas que afetam a saúde. E essas doenças, por uma infeliz coincidência, são justamente as relacionadas aos fatores de riscos cirúrgicos e anestésicos. 

Ou seja, pacientes obesos são naturalmente propensos a terem desordens cardiovasculares, pulmonares, hipertensão e diabetes. 

Resumindo, a maioria dos fatores de risco. Então, isso os torna suscetíveis às ocorrências indesejáveis em uma cirurgia e aos riscos anestesiológicos delas. 


Segundo o Dr. Morsch, estudos indicam que uma camada de gordura maior que 3,5 resulta em chances de infecções de até 20%. Já nos casos de camadas menores do que 3 cm, o risco é menor que 7%.  

Um dos testes aplicados são os que monitoram o sistema cardiovascular, comum em pessoas obesas e um dos mais sobrecarregados em anestesias cirúrgicas. Caso não esteja em boas condições, o procedimento pode ser reagendado ou até mesmo cancelado. 

Além disso, também é comum os obesos sentirem dificuldades para respirar e sofrerem com distúrbios que levam a obstruções respiratórias por conta disso e passarem por incômodos nas vias aéreas. 

No momento da anestesia geral, obrigatoriamente o paciente deve estar em plenas condições de respirar. De acordo com o anestesiologista Jurandir Coan Turazzi, deve haver a garantia de uma boa ventilação e oxigenação durante todo o processo anestésico. 

Fora isso, pessoas com obesidade geralmente têm um espaço menor do que o normal na parte de trás da garganta, dificultando a intubação que ajuda no processo de respiração. 

E mesmo que a anestesia não dê problema durante a cirurgia, no pós-operatório ainda há riscos de infecções e complicações no pulmão. 

Quais são as alternativas de emagrecimento sem esses riscos? Saiba mais sobre o balão intragástrico 

O uso do balão intragástrico equivale à perda de peso, o que torna a vida do paciente mais saudável e diminui drasticamente os riscos anestesiológicos e cirúrgicos.

Esse tratamento é feito por um balão inserido em um procedimento não invasivo que dura apenas 15 minutos. Sendo assim, não há necessidade de hospitalização ou internamento. 

Tudo é feito rapidamente, sem cirurgias agressivas a qualquer sistema, nem mesmo aqueles mais prejudicados pelo excesso de peso. 

Todos os riscos que você viu até aqui, nenhum deles é considerado na colocação ou durante o tratamento com o balão intragástrico

Para saber todos os detalhes sobre ele, conheça mais sobre essa intervenção simples e tecnológica aqui: Como Funciona o Balão Spatz3

Atualmente, esse com certeza é o método mais prático que existe e também o considerado mais tranquilo tanto do ponto de vista da colocação quanto da própria adaptação do paciente. 

Se depois do teste, preencher todos os requisitos (e não se preocupe, pois são tão básicos quanto o tratamento), está pronto para emagrecer de forma segura, eficaz e respeitosa. 

Com o balão, você se sentirá satisfeito com pouca quantidade de comida. E como sabemos, quanto menos calorias ingerimos, mais peso perdemos, e essa é a premissa dessa intervenção. 

Então, não se preocupe em se restringir a todo momento ou passar fome para conseguir emagrecer, pois com o balão intragástrico a sua saciedade aumenta automaticamente. 

Quer melhor do que isso? 

Fale conosco e emagreça de uma forma tranquila que respeite os seus limites! 

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