Estes alimentos são proibidos para quem colocou balão gástrico!

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Estes alimentos são proibidos para quem colocou balão gástrico!

Algumas restrições alimentares são necessárias após a inserção do balão gástrico! Descubra quais são elas

O sucesso do tratamento de emagrecimento feito com o balão gástrico depende muito da alimentação.

Junto a exercícios físicos, acompanhamento médico frequente e tratamento psicológico, criar novos hábitos alimentares é um passo fundamental para que seja possível perder peso de verdade.

Após a inserção do balão gástrico, o paciente deve tomar bastante cuidado com o que come, já que o organismo ainda está sensível e se acostumando ao novo elemento.

Após o procedimento de endoscopia para colocar o dispositivo, o usuário precisa seguir todas as recomendações médicas, adotando fases de alimentação líquida, pastosa, leve e normal.

Essa evolução gradativa na textura dos alimentos – dos líquidos aos sólidos – permite que o corpo vá se recuperando aos poucos até que seja possível seguir a vida normalmente.

Etapas de alimentação com o balão gástrico

É importante ressaltar que o tempo de cada estágio varia de pessoa para pessoa. A duração média costuma ser de uma semana, mas apenas o médico responsável por cada caso pode fazer essa determinação com certeza.

A seguir, entenda um pouco como funciona cada etapa de alimentação durante a fase de adaptação do balão.

Dieta líquida

Assim que o dispositivo é introduzido no estômago, o indivíduo deve ingerir apenas líquidos – e em pequenos volumes.

A cada hora, cerca de 100 ml podem ser consumidos sem problemas. Dentre as opções estão a água, chás, sucos naturais, caldos, sopas (sem pedaços sólidos de legumes e carnes) e picolés.

Dieta pastosa

Ao fim da dieta líquida, o usuário do balão já é liberado para consumir alimentos com mais textura, começando pelas comidas pastosas.

Iogurtes, cremes, smoothies, leite, sopas e purês processados no liquidificador ou no mixer são permitidos. O importante é que não haja fragmentos sólidos.

Dieta leve

Na terceira etapa, já é possível se alimentar com um maior senso de normalidade, mas ainda é preciso prestar atenção na consistência dos pratos.

Alimentos muito duros ou difíceis de digerir continuam vetados, embora a pessoa já possa comer legumes amolecidos, ovos mexidos e carne desfiada ou moída.

Também é preferível que as comidas sejam ingeridas em pequenos pedaços e mastigadas muito bem.

Dieta normal

Na última fase, o paciente pode comer como antes. Com o organismo já completamente recuperado e habituado ao balão gástrico, alimentos mais rígidos e complicados de serem digeridos já não serão mais um problema.

O termo “normal”, no entanto, não deve ser relacionado a antigos hábitos alimentares. 

Esta é a hora de seguir de verdade a dieta receitada pelo nutricionista, respeitando a seleção de alimentos, quantidade e horários adequados para as refeições.

O que é proibido durante a adaptação do balão gástrico?

mulher durante dieta líquida após implantação de balão gástrico

Qualquer alimento que não se encaixe nas características de cada etapa de recuperação não são permitidos.

Se uma pessoa estiver na fase de alimentação pastosa, por exemplo, e almoçar um bife com arroz e feijão, os riscos de mal estar são bem grandes.

Pior ainda: isso pode comprometer o funcionamento do balão e uma ida ao consultório deve ser providenciada o quanto antes.

O médico determinará o que deve ser feito, seja o reajuste ou a possível retirada do balão. Nesta hora, a saúde do paciente vem em primeiro lugar.

De acordo com especialistas na área, bebidas gasosas e alcoólicas também devem ser evitadas durante todo o processo de adaptação e, se possível, durante o tratamento completo com o balão gástrico.

A explicação é que esses tipos de líquidos podem reduzir ou cortar um dos principais efeitos que o balão proporciona, que é o aumento da saciedade. Com isso, o apetite fica maior e as chances de ganho de peso também crescem.

Acompanhamento nutricional com o balão gástrico

Apesar do padrão de eliminar ou reduzir pratos com muito açúcar, sódio e gordura, as dietas variam de acordo com as características de cada pessoa.

Nesse sentido, o papel do nutricionista é completamente indispensável na adaptação do balão gástrico. Este é o profissional que vai investigar as necessidades do corpo e do metabolismo de cada paciente.

Ao redor disso, constroem cardápios personalizados que levam em consideração todas as particularidades de cada um – gostos pessoais, alergias e intolerâncias alimentares, etc.

A nova alimentação, no entanto, não é absoluta. Caso o indivíduo perceba que algum aspecto da nova dieta não esteja agradando ou funcionando como deveria, o nutricionista deve ser informado para que as alterações necessárias sejam realizadas.

É por isso que o acompanhamento médico regular é tão importante. O compartilhamento de experiências com uma autoridade no assunto age para que o processo de emagrecimento seja o mais fácil possível.

Além disso, trocar informações com os médicos – não apenas nutricionistas, mas também endocrinologistas e até psicólogos – é fundamental para que o tratamento seja bem sucedido.

Sem contar que o acompanhamento apropriado também serve para garantir a segurança das pessoas. Se algo de errado estiver acontecendo, exames clínicos e laboratoriais podem detectá-los com rapidez.

Assim, novos procedimentos entram no lugar, sempre com o intuito de preservar a saúde dos pacientes.

O balão gástrico é definido como um método simples de emagrecimento. Com o acompanhamento adequado e respeito às exigências do processo, essa simplicidade se mantém até o final do tratamento.

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